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Bolsonaro é interrompido por marcha fúnebre durante coletiva. Vídeo

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi interrompido por um trompetista que tocava a marcha fúnebre enquanto falava com jornalistas em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (26/3), na saída do Senado Federal.

Veja:

 

O momento arrancou risadas de quem estava no local, inclusive do próprio ex-mandatário, que se tornou réu nesta quarta, no Supremo Tribunal Federal (STF), por tentativa de golpe de Estado. Pouco depois, Bolsonaro interrompeu a coletiva.

Em certo momento, a melodia muda e o músico passa a tocar a canção “Tá na Hora do Jair Já Ir Embora”, de Juliano Maderada e Tiago Doidão, que viralizou durantes as eleições de 2022. Apesar da provocação, Jair Bolsonaro seguiu com seu discurso.

Bolsonaro réu

O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou réus, nesta quarta-feira (26/3), por unanimidade, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sete aliados. Relator do processo, o ministro Alexandre de Moraes aceitou na íntegra a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Ele foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Os investigados foram denunciados por participar de uma suposta trama golpista para manter Bolsonaro no poder após as eleições de 2022. A denúncia começou a ser analisada na terça-feira (25/3), e a sessão foi retomada nesta quarta com o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes.


Veja quem são os réus

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
  • Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;
  • General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência;
  • Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e
  • Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil.

Como o Supremo aceitou a denúncia,  uma fase de instrução processual se iniciará. Nela, serão colhidos depoimentos de testemunhas e dos acusados, além da apresentação de provas.

Encerrada essa etapa, o Supremo Tribunal Federal realizará um novo julgamento para decidir se os envolvidos são culpados ou inocentes.

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